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quarta-feira, 14 de maio de 2014

Exergando bem desde pequeno!

Você sabia que o momento de levar seu filho ao oftalmologista ainda nos primeiros meses de vida. Desde pequeninhos, é possível detectar a maioria dos problemas de visão e, quanto antes o tratamento se inicia, maiores as chances de correção. Apesar da visão ser o último sentido a estar plenamente desenvolvido, é ao longo do primeiro ano que acontecem os avanços mais importantes. Por isso, é bom conhecer os riscos mais comuns e ficar bem atenta, para garantir ia visão perfeita para seu bebê no futuro.


O primeiro exame oftalmológico do bebê costuma ser feito ainda na maternidade, pelo pediatra. Com uma luzinha, ele checa o olhinho do recém-nascido e avalia a estrutura do globo ocular e a transparência do cristalino. Com isso é possível identificar sinais de malformações e de catarata congênita. O que pode ajudar a corrigir qualquer incômodo. Um dos problema bem comuns e muito preocupantes para as mamães é a obstrução do canal lacrimal e o excesso de muco nos olhinhos. Acontecem quando o pequeno conduto por onde escoam as lágrimas permanece fechado por muito tempo, mesmo depois que as primeiras lágrimas são produzidas. Isto pode acabar inflamando o local. Mas para tranquilidade das mamães. a maioria dos casos se resolve espontaneamente ou com massagens especiais. Somente em raras ocasiões um médico especializado seria preciso, para o uso de uma sonda de desobstrução do canal.

Quando o pequeno ficar maior, de preferência entre o quarto e o sexto meses, é hora de visitar o oftalmologista pediátrico! É ele que vai avaliar a sensibilidade dos olhos do bebê à luz, sua capacidade de fixar e acompanhar objetos e o alinhamento de seus olhinhos. Cuidados básicos para que seu filhote cresça saudável e com a vista excelente, coisa que toda mamãe mais quer!

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Educação alimentar contra a obesidade infantil!

Uma das maiores preocupações das mamães que querem seus filhos saudáveis e com hábitos que acrescentem muito ao futuro deles, é em relação à obesidade infantil. Este mal já atinge mais de 42 milhões de pequenos no mundo todo. No Brasil, com 15%, sendo a grande maioria dessa porcentagem meninos de 5 a 9 anos que já estão nessa faixa de peso. Uma das principais influências deste tipo de problema, está, além da genética, na educação alimentar do pequenino. É importante que a mamãe fique atenta ao que é oferecido ao seu filho, tanto em casa, quanto na escola, como produtos industrializados e com açúcares. Conheça algumas boas dicas do que se precaver:

Amamentar é importante
Toda criança necessita ser amamentada até, no mínimo, os 6 meses. A amamentação traz benefícios tanto alimentares quanto de defesas do organismo, onde o pequeno desenvolve suas defesas imunológicas.

O pediatra é seu amigo
Uma das responsabilidades de quem ama seus filhos, é estar sempre frequentando um pediatra, que mantenha uma relação bacana de cuidados com o pequenino. Seguir o que ele pede é importantissimo, pois além de cobrir qualquer necessidade do sistema imunológico, ele previne que doenças sérias não sejam detectadas e suprimidas.

Educação Alimentar
A principal educação na hora de emagrecer. É preciso que a mamãe esteja sempre junto da criança, seja para o almoço, seja para o lanche da tarde. Não se pode facilitar nesse quesito, pois hoje o mercado de produtos de engorda é bem vasto e todos são muito chamativos aos pequenos. Ensiná-los a importancia da alimentação é fundametal, para que no futuro eles cresçam saudáveis e conscientes daquilo que elas comem.



Todas essas dicas vêm para mostrar que é preciso estar sempre por dentro do que acontece no cotidiano dos filhos, para que a alimentação e cuidados da saúde sejam sempre colocados em primeiro plano na vida de todos da família, cuidando com muito amor e carinho.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Como cuidar sem exagerar


Todos sabem que os bebês necessitam de um cuidado especial, mas não há necessidade de exageros. Normalmente as mães têm a impressão de que quando os bebês estão dentro da barriga estavam protegidos de tudo, e depois que nascem qualquer coisa pode quebra-los, mas eles não são tão frágeis quanto parecem.


Saiba o que é exagero e com o que você deve se preocupar no início da vida da criança:

Recebendo visitas:

Quando o bebê chega é uma alegria e a família toda quer conhecê-lo. E você pode receber visitas, mas é recomendado que elas não demorem mais do que 45 minutos, para não atrapalhar o descanso da mãe e nem a hora das mamadas do bebê.
Evite também que todos fiquem pegando o bebê no colo, mas se for impossível certifique-se que os visitantes lavem bem as mãos com água e sabão. Mas se estiverem com qualquer doença infecciosa, nem que seja um simples resfriado, nem pensar.

Saindo para passear:

Sair é permitido. Só não deve frequentar lugares muito aglomerados, como festas infantis, supermercados e shoppings. O sistema imunológico dos bebês é muito frágil, por isso é melhor evitar expô-la a vírus e bactérias.
Aproveite um dia bonito para passear ao ar livre.

Indo ao pediatra:

A primeira consulta do bebê deve ser feita ainda na primeira semana de vida. A partir daí retornar no final do primeiro mês. E pelo menos até os 6 meses, uma visita por mês, para que desde cedo o crescimento e o desenvolvimento sejam acompanhados de forma bem orientada.

Silêncio:

Não é necessário acabar totalmente com o barulho da sua casa. Você deve manter a rotina normal, assim o bebê vai aprender a diferenciar o dia da noite. Mas é claro que muito barulho pode assustar a criança.

Animais de estimação:

Se você tem um animal de estimação não é necessário tira-lo de casa nesta fase. Apenas não deixe que ele tenha acesso ao quarto do bebê, evite o contato direto com a criança, pelo menos nos primeiros 6 meses.
Se observarem algum sintoma de alergia, é bom que os pais se orientem com o pediatra.

Contato com outras crianças:

Os pediatras costumam sugerir que espere até a criança ter dois anos para que comece a frequentar a escola, já que com essa idade seu sistema imunológico estará fortalecido.
Mas se não é possível, não há necessidade para se sentir culpado. Neste caso, converse com o pediatra do seu filho, ele poderá informar quais são as doenças mais comuns em crianças que frequentam berçários, ou creches ou escolas e como preveni-las.