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terça-feira, 19 de março de 2013

Música ajuda no desenvolvimento das crianças


O contato com a música desde cedo pode ajudar a criança em seu desenvolvimento cerebral. Uma pesquisa realizada no Canadá afirma que pessoas que começaram a estudar música antes dos sete anos apresentam conexões neurais na idade diferentes daquelas que começaram seus estudos musicais mais tarde. 

O objetivo dos pesquisadores era descobrir se existia algum tipo de conexão no cérebro que só poderia ser feita em determinada idade, e ao analisar eles notaram que os adultos que haviam começado a estudar música mais cedo tinham mais conexões entre as áreas motoras do lado esquerdo e do lado direito do cérebro.

O neuropediatra Mauro Muszkat afirma que o cérebro tem os chamados “períodos sensíveis” e certas conexões só podem ser construídas nesses momentos, e por isso é importante que a música seja incluída na vida da criança antes dos sete anos. Isso acontece em relação a tudo, não só com habilidades motoras, mas com a linguagem, audição e visão. 

Outro motivo do porquê de a música ser tão boa para as crianças, é que com ela a criança trabalha múltiplas habilidades, estimulando a parte motora, a audição, o raciocínio, as noções de proporção e ritmo, emoções e sensibilidade fazendo assim com que várias áreas do cérebro funcionem ao mesmo tempo.

Mas mesmo sabendo de todos os benefícios, é necessário respeitar o tempo dos pequenos. Nem sempre eles estão dispostos a aprender a ler partituras. Por exemplo, às vezes tudo o que eles querem é apertar as teclas do piano e explorar o instrumento. Forçar uma aula e um professor que tire isso dela pode ter um efeito contrário e afastá-la da música.

Então procure fazer com que a criança não perca o interesse. Respeite o tempo dela. Ter contato com a música não significa apenas saber tocar um instrumento com excelência. Às vezes conhecer diversos instrumentos, analisar os diferentes sons, cantar ou até ouvir música podem despertar o interesse ainda mais. O importante é não acabar com toda a diversão e emoção que a música deve nos proporcionar.


terça-feira, 14 de agosto de 2012

Mães tem melhor memória do que outras mulheres.


O corpo da mulher, assim que ela descobre que está grávida, começa a se preparar para a chegada do bebê, e para todas as coisas que terá que fazer ao mesmo tempo, quarto, enxoval, comida e todas as preocupações para o resto da vida.

Quando o bebê chega, o seu corpo e mente já estão prontos para colocar tudo em prática e dar conta de tudo e é como se o cérebro ampliasse todos os cinco sentidos. Um estudo feito por uma universidade norte-americana afirma que quando a mulher se torna mãe a sua memória aumenta.

Eles fizeram dois testes de memória com 35 mães e 35 mulheres que ainda não têm filhos. No primeiro teste elas tinham que observar imagens por apenas 10 segundos e depois desenha-los. Ao comparar os resultados as mães tiveram um resultado melhor, assim como no segundo teste no qual tinham que lembrar, entre várias, as imagens do teste anterior.

Acredita-se que as mães têm mais facilidade de fixar informações. Mas esse não é nem o primeiro nem o único estudo a respeito disso. O neurocientista Craig Kinsley, em suas pesquisas, chegou à conclusão que ao tornar-se mãe aumenta o tamanho dos neurônios na área do cérebro que regula o comportamento materno e aumenta também a produção das espinhas dendríticas, neurônios responsáveis pela memória.


Outro estudo diz que o cérebro encolhe até 5% durante a gravidez e em seis meses, depois do parto já volta ao normal e, durante esse processo, talvez se reorganize e faça algumas alterações no campo da memória e que as consequências desse processo começam na gravidez e duram pelo resto da vida.

Ainda devem ser feitos novos levantamentos para que possamos comprovar o assunto, com uma amostra maior de mulheres e por um período mais longo.