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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

A força de um ensaio de pai e filho

Os relacionamentos familiares de hoje possuem muitos contrastes com os de 15 anos atrás. Respeito, carinho e compreensão andam em falta em muitos lares, e por motivos nem sempre justificáveis. Pais e filhos convivem com problemas muito mais corriqueiros, e a necessidade de conexão entre eles é fundamental para superar os percalços do cotidiano. Mas, como explicar a conexão paterna? Um pai e um filho sempre estão conectados em sentimentos e emoções, ou apenas interagem em seu dia-a-dia? 
Para quebrar barreiras, Timothy Archibald resolveu entrar no mundo de seu filho Elijah, de 5 anos, portador de autismo, estando integralmente junto de seu amado. Ele conta “Foi como se finalmente tivéssemos algo em comum, juntos. Me transformei em amigo e era isto que ele precisava naquele momento”.

Assim surgiu Echolila, um projeto fotográfico que uniu um pai e um filho de ligações afastadas a se tornarem grandes amigos. O projeto reúne 26 fotos de dias que passaram juntos, e representa toda essa conexão criada. “O que aconteceu com Eli e eu é que logo conseguimos uma base, uma história compartilhada. Antes de Echolilia não existia ligação entre nós” completa Timothy.



Na Biografia, nós prezamos pela criação dessas conexões com nossos clientes, através dos ensaios fotográficos e de todo nosso acervo de revelações e lembranças, visando a melhor recordação para pais e filhos neste 11 de Agosto, e para toda a vida.



Para saber mais sobre o trabalho e o projeto Echolila do fotógrafo Timothy Archibald acesse http://bit.ly/14HREvB

quarta-feira, 3 de abril de 2013

O autismo e o Tom

O autismo é considerado um transtorno global do desenvolvimento com três características fundamentais, a inabilidade para interagir socialmente, a dificuldade no domínio da linguagem para se comunicar e padrão de comportamento restritivo e repetitivo. A gravidade do autismo varia de pessoa para pessoa.

O transtorno pode ocorrer em pessoas de todas as classes sociais e etnias, é mais comum entre os meninos do que entre as meninas. Os sintomas podem aparecer desde os primeiros meses de vida, mas são muito difíceis de serem identificados precocemente, o mais normal é os sinais fiquem evidentes antes de a criança completar três anos. 

Ontem, dia 2 de abril, foi o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo, e os pais são os principais conscientizadores das campanhas que alertam sobre a doença que chega a afetar uma em cada 88 crianças no mundo todo. Com isso em mente, a mãe Silvia Ruiz decidiu fazer um vídeo contando a história do seu filho Tom, para assim alertar outros pais para que reconheçam os sintomas e procurem tratamento.

Assista ao vídeo: 



O desenvolvimento de uma criança autista acontece de forma mais lenta se comparadas com as outras. O transtorno é diferente em cada um, por isso é possível que uma criança autista interaja com os pais ou outras crianças, mas da forma delas, não como as famílias e a escola gostariam.

É muito importante a família observar o transtorno o quanto antes para que seja tratado desde o início. O ideal é que ele seja identificado durante o período de zero a três anos de idade. Então procure perceber se a criança não corresponde a brincadeiras que você faz, se ela não está interagindo, se ela não consegue ficar em contato com outras crianças e se ela está sempre brincando com um objeto de modo repetitivo. Esses são sinais que servem para identificar o transtorno. O autismo não tem cura, mas a partir de tratamentos é possível que aquele que possui a doença consiga viver bem, e independentemente.