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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Um passinho de cada vez!

O pequeno está crescendo, e a fase de andar está chegando! Os primeiros passos do bebê são esperados com ansiedade por papais e mamães, e quando chega, ele começa a se sentir mais confiante e independente. Os pais devem ficar atentos, pois a partir dos oito meses, a criança começa a ficar em pé sozinha, se apoiando na parede ou em móveis da casa. Sim, ela já está doidinha pra sair andando por aí.

Como a fase do engatinhar é bem passageira, a mamãe precisa aproveitar essa época da vida da criança para incentivar a exercitar as perninhas e começar a prestar mais atenção no que está ao seu redor. Alguns pequenos demoram mais para conseguir andar, mesmo assim, evite qualquer andador. A demora para desenvolver não é motivo para preocupação, pois os primeiros passos podem ser esperados até o meio do primeiro aninho de vida. Depois dessa idade, caso os movimentos não aconteçam, é aconselhável procurar um pediatra para uma avaliação mais cuidadosa.


Se o pequeno estiver deixando de engatinhar, os pais já podem começar a ajudá-lo com pequenas medidas que aumentam a confiança e a coordenação durante os primeiros passos. O primeiro deles, é o incentivo. Fazer o pequeno ter vontade de levantar é importantíssimo! É nesse momento que ele começa a estimular e exercitar as pernoquinhas e a força para dar o primeiro passo vai ficando cada vez mais próxima. Outra boa alternativa, é utilizar brinquedos de empurrar, para que ele se exercite sem perceber o jeitinho de andar.

O momento é mágico, sem dúvidas. A criança vai, ao pouquinhos, tomando noções de mundo e conhecendo mais e mais seus limites. Uma última dica, para as mamães: deixe o pequeno cair! Cair e levantar, no aprendizado é fundamental. Sem alguns tropeços, eles não vão se sentir instigados a dar mais um passinho, e mais um e mais um...

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

A era dos RETRATOS DIGITAIS

Toda casa de família, em algum local, possui um porta-retrato clássico, com fotos das crianças, dos pais, dos avós, ou de momentos da vida das pessoas que foram muito especiais. Essa tradição de expor fotografias pela casa não é somente do homem moderno, quando os seres humanos ainda viviam em cavernas, já costumavam decorar suas paredes com desenhos arcaicos de momentos importantes. Mas como, hoje, esse hábito se modificou com as novas tecnologias?


No mercado, existem muitos e muitos tipos de porta-retratos digitais, onde não apenas é possível inserir muitas imagens, como podem ser inclusos vídeos de curta duração. Esses aparelhos são como pequenas telas de computador, onde é necessário apenas transferir os arquivos. Alguns retratos, mais modernos que os convencionais, permitem acesso à internet e inclusive já colocam disponíveis fotos recém postadas em redes sociais.

Outra nova mania, que vem crescendo muito entre os mais jovens, principalmente garotas, é a colocação de um mural de fotos e momentos em quartos ou salas de diversão, que costumam ter mais movimento. O grande diferencial dos murais de fotos é a possibilidade de sempre estar renovando e poder sentir aquele ‘quê’ de nostalgia, de revelar ou imprimir uma fotografia e prendê-la com ímãs.

Além do tradicional, celulares modernos de hoje possuem opções de ‘visualização de fotos’ muito bonitos, e em sua maioria, versáteis e inteligentes. Smartphones com telas maiores podem ser muito bem utilizados como porta-retratos.


O importante, em todas essas novas tecnologias, é manter a tradição de sempre relembrar aqueles que foram, que são e que continuam queridos, sem deixar de lado o auxílio da modernidade com suas novas experiências.